A gordura nem sempre é inimiga. Porque é que a gordura do Wagyu é verdadeiramente diferente.
- Wilco Onderdelinden
- há 2 dias
- 3 min de leitura
Durante muitos anos disseram-nos que a gordura fazia mal.
Por isso, quando alguém vê uma peça de Wagyu com uma bela marmorização, pensa imediatamente: isto deve ser pouco saudável.
Mas a realidade é bem diferente.
Não é a quantidade de gordura que determina a qualidade da carne, mas sim a qualidade dessa gordura. E é precisamente aí que o Wagyu 100% Fullblood se distingue de praticamente todas as outras raças bovinas.

A marmorização é um sinal de qualidade
As finas veias brancas que percorrem a carne chamam-se marmorização.
Na maioria das raças bovinas, a gordura encontra-se sobretudo na parte exterior da carcaça. No Wagyu, a gordura distribui-se uniformemente entre as fibras musculares.
É isso que proporciona uma tenrura extraordinária, uma experiência de sabor muito mais rica e a famosa textura amanteigada pela qual o Wagyu é conhecido em todo o mundo.
O segredo está na gordura
O mais especial do Wagyu não é apenas a quantidade de marmorização.
O verdadeiro segredo está no tipo de gordura que forma essa marmorização.
O Wagyu contém naturalmente elevados níveis de ácido oleico, o mesmo ácido gordo monoinsaturado que tornou o azeite virgem extra conhecido pelos seus benefícios nutricionais.
Por isso, a composição da gordura do Wagyu é claramente diferente da encontrada na maioria das carnes de bovino convencionais.
Porque é que o Wagyu praticamente derrete na boca?
Já se perguntou porque é que um bom Wagyu parece derreter na boca?
A resposta está no seu baixo ponto de fusão.
Enquanto a gordura de um bife convencional permanece firme, a gordura do Wagyu começa a derreter perto da temperatura do corpo humano.
À medida que isso acontece, os aromas libertam-se mais rapidamente, o umami torna-se mais intenso e cria-se aquela textura aveludada que só um verdadeiro Wagyu consegue oferecer.

O tempo é o ingrediente mais importante
Um bovino de carne convencional é normalmente abatido entre os 16 e os 18 meses de idade.
Na Nobiyu™, os nossos bovinos Wagyu 100% Fullblood permanecem connosco durante cerca de 30 meses.
Esses doze meses adicionais fazem toda a diferença.
A marmorização desenvolve-se lentamente. A gordura precisa de tempo para se distribuir delicadamente entre as fibras musculares e atingir todo o seu potencial.
Este é um processo que não pode ser apressado.
No Wagyu, o tempo não é um custo.
O tempo é um ingrediente.
Menos quantidade. Muito mais prazer.
Precisamente porque o Wagyu é tão rico em sabor, não é necessário comer grandes quantidades.
Enquanto um bife tradicional pesa frequentemente entre 250 e 300 gramas, uma porção de apenas 100 a 150 gramas de Wagyu proporciona, para a maioria das pessoas, uma experiência gastronómica completa.
Não porque sacie mais.
Mas porque cada pedaço oferece uma intensidade de sabor, uma suavidade e uma elegância incomparáveis.
Na Nobiyu™, acreditamos que a qualidade vale sempre mais do que a quantidade.

Desfrutar com qualidade
O Wagyu não é um alimento de dieta. Continua a ser carne de bovino.
Mas a ideia de que toda a gordura é igual já não corresponde à realidade.
Graças ao seu elevado teor de ácidos gordos monoinsaturados, nomeadamente ácido oleico, a gordura do Wagyu distingue-se claramente da gordura presente na maioria das carnes de bovino convencionais.
É isso que torna a marmorização muito mais do que um simples aspeto visual.
É uma das principais razões pelas quais o Wagyu oferece uma experiência gastronómica verdadeiramente única.
Nobiyu™ Wagyu, A Arte de Criar Wagyu.
Na Nobiyu™, tudo gira em torno da qualidade.
Os nossos bovinos Wagyu 100% Fullblood crescem tranquilamente na paisagem da Alentejo, têm cerca de trinta meses para se desenvolverem plenamente e são alimentados de acordo com a nossa própria filosofia de produção.
O resultado é uma carne com uma marmorização excecional, uma textura incrivelmente macia e uma composição de gordura que tornou o Wagyu famoso em todo o mundo.
Porque, na Nobiyu™, acreditamos que a verdadeira excelência começa muito antes de a carne chegar ao prato.



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